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| | A NOITE É DOS PÁSSAROS |
 | | Sumé, o justo, ao contrário, não gostava de cauim; todavia, detestava ainda mais a cachaça, “bebida de cariua-poxi (homem branco ruim)”, como ele dizia, e nisso se parecia com Jurupari. |
 | | Cauim é morninho, adocicado, espuminha dele se espoca na beira da cuia e a alma da gente fica borbulhando, borbulhando, sem nunca ferver; cauim faz índio ir lá no fundo ouvir os companheiros, sem jamais se perder”, dizia Jurupari. |
 | | Tomamos tanto cauim que acabamos rolando pela areia, sem nos importar com ninguém, nem mesmo com Alkindar-miri, o qual, depois de ingerir algumas cuias de cauim, ficou mais relaxado e deixou-me à vontade com Potira. |
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